Como Construir Mini Sites De Vendas (mini Web site Ninja)

O Guia Pra Novatos Completo


“Você não vai comentar o evento de que o marido da Lina (ex-Receita) foi ministro da Integração Nacional durante um ano no governo FHC? Aguardo o teu comentário! Pela web é assim sendo: o leitor cobra e pauta o blogueiro, com ponto de exclamação e tudo. http://pesoesaude6.jiliblog.com/14691021/100-m-sicas-pra-fazer-uma-criancinha-gostar-m-sica-pop-brasileira não é atendido, trata de contar a história que não encontrou na vasto imprensa. Só fui ler algo a respeito de pela edição de sábado da Folha (o depoimento foi dado pela terça-feira), uma nota de somente 7 linhas sob o título: “Passado: Marido de Lina foi ministro da Integração de Fernando Henrique”. Muito mais sugestões sobre isto este protagonista o leitor poderá descobrir neste local no Balaio nos comentários enviados por este domingo pelo leitor Simas Mayer e ao longo da semana por abundantes outros.


Se não fossem os detalhes a respeito as relações de Alexandre Firmino de Melo Filho com o consórcio PSDB-DEM, que começaram a pipocar na web em diferentes websites e websites (olhar mais abaixo), ninguém ficaria sabendo da sua existência. Além das tuas implicações políticas pela luta sucessória de 2010, o episódio Lina-Dilma revela a diferença de tratamento dado ao questão na web e na velha mídia. “Um certo clima de euforia inconsequente toma conta de setores da blogosfera que imaginam que está em andamento o processo de tomada do poder pelos “democratizadores” da dado em explicação da frequente perda de audiência por fração dos grandes jornais”. Não conheço esse clima de euforia, assim como o recurso de tomada de poder pelas recentes mídias, todavia é direito que os grandes jornais estão perdendo circulação, não apenas no Brasil, entretanto no mundo inteiro.


Prontamente escrevi neste local mesmo no Balaio que não acho a web culpada na “perda de audiência dos grandes jornais”, como comentou Vaia. “A pergunta instigante é esta: que fariam os blogueiros comentadores sem ter o que dialogar? Qual é o nome de um website ou um site que não esteja ligado a uma organização jornalística determinada e que tenha originado uma só dado exclusiva e respeitável que tenha mexido com a ordem das coisas?


Porque ele perguntou, respondo: tem, sim. Esse Balaio aqui, tais como, um website que não é conectado a nenhuma empresa jornalística definida e tem publicado entrevistas, reportagens e infos exclusivas nestes 11 meses em que está no ar. Revirar com a ordem das coisas não é meu intuito, todavia vou conceder dois exemplos novas de matérias publicadas por aqui primeiro.



Na semana passada, em entrevista exclusiva com Marina Silva, o Balaio antecipou sua decisão de trocar o PT pelo PV e as linhas centrais do discurso da tua provável candidatura à presidência da República. Em menos de um ano, o único funcionário nesse site imediatamente rodou mais pelo estado para fazer reportagens do que qualquer outro dos grandes jornais.



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Aécio, Ciro, Dilma e Marina. Por este blog os leitores também encontraram dicas exclusivas sobre o dia a dia da batalha do vice-presidente José Aelncar contra o câncer. Falo por mim, porém sei que tem diversos outros colegas pela blogosfera fazendo o mesmo trabalho. De acordo com os números do Google, só o Balaio registra 43.500 links de websites de todo o país.


Se cada um deles tiver só cinco leitores, https://www.evernote.com/shard/s378/sh/2eab495e-43d3-4018-a418-02fa0aa22e8b/7cd125fc23ee06fed4c00687151799a5 a circulação diária do Estadão, por exemplo. O universo da dado mudou, caro Sandro Vaia, só os jornalões ainda não perceberam. Contudo concordamos num ponto do que você escreveu ao final do post: “(…) pras sociedades abertas, pluralistas e democráticas, eles (os jornais) ainda são indispensáveis”. Cabe a quem os dirige encontrar o que fazer para que isto se torne realidade.


Além dos leitores do http://novidadesmelhoresdrinks98.jiliblog.com/14689869/moda-como-o-dia-a-dia-de-um-profissional , incontáveis web sites trataram do papel do marido de Lina Vieira no bate-boca que a envolve com a ministra Dilma Roussef. O camarada Washington Araújo, do Rio, chamou-me a atenção para o que escreveu José Sergio Rocha no site “Quem é vivo a todo o momento aparece” (observar link e reprodução abaixo). Esse tipo de comentário, que reproduzo abaixo, você não vai enxergar em nenhum dos jornais ou agências citados pelo Sandro Vaia em teu post como fornecedores únicos de matéria prima para a blogosfera. http://tecnicasjardinandoblog56.jiliblog.com/14688949/cinco-ideias-criativas-pra-acrescentar-o-tr-fego-do-seu-blog Jabuti não sobe em árvore. Se subiu, só se alguém botou.


Quem assistiu ao menos fração do depoimento da ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, na Comissão de Constituição e Justiça, com transmissão pela Televisão Senado e Globonews, vai recordar que um cidadão periodicamente sussurrava uns bizus no ouvido da garota. Isso é normal, coisa de assessor. Só que o cara não https://www.evernote.com/shard/s546/sh/05748bce-780a-4506-bdbc-dd436153a15b/7cc0bc3fc77925824006bb340fb08dbc . Essa vontade de aparecer a qualquer custo tem teu valor. No meio de uma pergunta do Mercadante, o assessor lá estava cochichando nas orelhas da Lina.


O bigodudo petista, que imediatamente estava meio enfurecido, deu-lhe um esporro, pois que estava atrapalhando o serviço da comissão. Porque é, o cara chamou tanta atenção que foram achar quem era. Não era assessor coisa alguma. Era o marido da Lina. Até aí, tudo bem. É que nem um velho anúncio do Gelol: não basta ser marido, tem que participar. Isto é, mais um episódio da novela “Como é sujo o jogo da política”. Foi, assim, encenação pura aquele depoimento a respeito de um encontro que a depoente teria tido com Dilma Rousseff em uma data que não soube necessitar - nem sequer hora, nem ao menos dia, nem sequer semana e nem mesmo o mês em que ocorreu.


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